domingo, 17 de julho de 2011

ITINERÁRIO POESIARTE - PARTE 03


*Rodrigo Poeta na Casa dos 500 anos 
no recital pelo dia do poeta em 20/10/03.

NO CAMINHO DOS RECITAIS

*14/03/02 - Participa do recital pelo dia nacional da poesia no Largo São Benedito no bairro da Passagem em Cabo Frio/RJ. Recita os poemas de sua autoria: "Rosa Azul", "As duas faces das palavras" em dueto com o poeta Maurício Cardozo e "Osama Bin Laden no Brasil".

-Poetas presentes: Jane Lacerda, Glaucia Viera, Eraldo Maia, Yuri Vasconcellos, Maurício Cardozo e Rodrigo Poeta.

*08/6/02 - É jurado na gincana do Colégio Municipal Rui Barbosa de Cabo Frio/RJ.

*28/06/02 - Recita no Sarau Poético da Ferlagos a poesia de sua autoria: "A voz da Favela".

NASCE O PROJETO POESIARTE

*Rodrigo Poeta levando poesia na zona rural de Cabo Frio/RJ.

*29/06/02  - Inicia o Projeto Poesiarte na Escola Municipal Francisco Franco no bairro do Araçá em Cabo Frio/RJ, tendo sua culminância no dia 17/10/02.

*Rodrigo Poeta entre alunos vencedores do concurso de poesia
idealizado como culminância do projeto, funcionário da escola
e membros da Secretaria de Educação da cidade de Cabo Frio/RJ.

*19/12/02 - Se torna graduado em Letras-Literatura pela Ferlagos.

RODRIGO POETA NA TV

*Rodrigo Poeta no Programa Espaço Arte-Educação 
da Cabo Frio TV.

*03/06/03 - O poeta fala do Projeto Poesiarte realizado em 2002 na Escola Municipal Francisco Franco e também fala um pouco de si no programa Espaço Arte-Educação da Cabo Frio TV, apresentado por Guilherme Guaral.

*Rodrigo Poeta falando do Projeto Poesiarte 
no programa Espaço Arte-Educação da Cabo Frio TV,
apresentado por Guilherme Guaral em 2003.

-Recita os poemas: "Cabo Frio: De Vespúcio à Victorino Carriço" e "Viver" de Geniele dos Santos Souza, a vencedora do concurso do projeto realizado na instituição da zona rural.
-Guilherme Guaral recita o poema "Chora Chorinho" de Rodrigo Poeta.
-A entrevista foi ao ar nos dias 11/06/03 e 12/06/03 pela Cabo Frio TV.


UM MAFUÁ NO SEU CAMINHO

*27/08/03 - O poeta participa do Iº Mafuá 535 no Teatro Cacilda Santa Rosa, recitando o poema: "Lixo: detritos, política, homem e natureza ou Mafuá do verbo Mafuar".

*O escritor Antonio Paulo Terra Rucket
e Rodrigo Poeta em 2003.

*01/09/03 - No relançamento do livro "Crônicas" de Antonio Terra, José Correia, membro da Academia Cabo-friense de Letras e diretor do Jornal de Sábado, lê o poema "Villa Cândida", uma homenagem do poeta, que encantou o sobrinho de Antonio Terra, o escritor Antonio Paulo Terra Rucket.

RODRIGO POETA NA MÍDIA IMPRESSA


*13/09/03 - É publicada a poesia de sua autoria: "Cabo Frio: De Vespúcio à Victorino Carriço" pelo Jornal de Sábado de Cabo Frio/RJ.

*27/09/03 - É publicada a poesia de sua autoria: "A Inveja Parnasiana" pelo Jornal de Sábado de Cabo Frio/RJ.

*11/10/03 - São publicadas as poesias de sua autoria: "Ao Sal e ao Mar de Cabo Frio" e "O pescador ou o último caiçara de Cabo Frio" no Jornal de Sábado de Cabo Frio/RJ.

*Rodrigo Poeta recitando um de seus poemas
na Casa do 500 anos em 2003.

*20/10/03 - Participa do recital na Casa dos 500 anos pelo dia do poeta. Recita os poemas de sua autoria: "A voz da Favela", "Rosa Azul", "Osama Bin Laden no Brasil", "O Pronome de Tratamento" e "As duas faces das palavras" em dueto com o poeta Maurício Cardozo.
-Poeta presentes: Eraldo Maia, Maurício Cardozo e Rodrigo Poeta.

*25/10/03 - É publicada a poesia de sua autoria: "Manel: O barbeiro do Itajuru" pelo Jornal de Sábado de Cabo Frio/RJ.

- Segue abaixo o poema "A Inveja Parnasiana" , que foi um dos poemas publicados pelo Jornal de Sábado em 2003 e que é de autoria de Rodrigo Poeta:

A Inveja Parnasiana

Oh! Inveja da impura folha de papel,
Que imita a paixão.
Com que ele, em pó, na alta solidão,
Vira um simples pincel.

Imito todos os poetas,
Mas prefiro a mim mesmo,
Que foge da realidade dos antigos sonetos.
Oh! Papel em que escrevo!

Por isso corro, para escrever
Sobre qualquer papel
Com a caneta do saber,

Que corre e escorre como fel.

Ando pensando em imagens,
Para escrever diante das linhas,
Contra as margens
Do papel de todos os tempos.

Rasgo, quando não gosto
Da poesia mal escrita por mim
E fico triste quando não volto ao meu posto
De pensador, que sempre busca um fim.

No alto do farol daquela ilha,
Viajo nos sonhos importunos,
Que ficam com a rima
De várias noites lusíadas.

E na hora em que acordo,
Vejo o sol brilhar nos meus pensamentos,
Que viajam diante do tempo.
Oh! Formas ilustres, que mostram os conhecimentos.

Vivo de poesias da minha mente
Como vive a gaivota de peixe,
Que mostra a forma mais diferente
De deixar o poema no feixe.

E agora sai da minha mente
O lixo poético da ordem do vidente,
Que fica a borbulhar no ocidente,
Diante do espírito do oriente.

Oh! Inveja Parnasiana...
Oh! Inveja lusitania,
Que mostra a chama
Ardente do fogo, das poesias da vida...


2 comentários:

  1. http://www.comendadorcarlosribeiro.blogspot.com/, Grande poeta segue este meu blog, êle é voltado para a divulgação de eventos culturais

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    1. Comendador, quando puder acesso o meu www.visaoliterato.blogspot.com.

      O trabalho desse blog está muito bom. Muita poesia e grandes poetas reunidos. Parabéns.!!

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